• Postado: 29/10/2016 - 10:52
  • editado: 29/10/2016 - 10:52
  • Autor: pbatual
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Bandidos usam novo golpe na PB para desbloquear celulares; veja como se proteger

Polícia Civil da Paraíba informou ainda que qualquer aparelho apreendido só é entregue ao possível dono quando ele comparece à delegacia

Bandidos estão usando uma nova modalidade de golpe para destravar celulares bloqueados por vítimas de roubos e furtos na Paraíba. O caso é investigado pela Delegacia de Defraudações de João Pessoa (DDF) e foi divulgado pelo delegado Lucas Sá nesta sexta-feira (28). Veja abaixo como se proteger.

O delegado explicou que o golpe pode ser aplicado em qualquer smatphone, mas é mais comum em iPhones, que têm aplicativo de bloqueio em caso de roubo. Com o celular bloqueado, os bandidos não conseguem vendê-lo, apenas negociar as peças, o que reduz a ‘margem de lucro’ dos assaltantes.

“Os criminosos conseguem todas as informações necessárias de vítimas/proprietários, informações possivelmente adquiridas de funcionários de empresas que possuem tais informações ou hackeadas de sistemas de informação, e entram em contato com os proprietários, informando que os aparelhos teriam sido localizados e apreendidos pela polícia, encaminhando um ‘link’ de um aplicativo, para que o aparelho pudesse ser ‘devolvido’. No entanto, ao clicar no ‘link’, as vítimas são direcionadas a um site falso e todas as informações inseridas são copiadas pelos criminosos, que conseguem desbloquear os aparelhos, possibilitando a negociação no mercado negro”, explicou Lucas Sá.

A Polícia Civil da Paraíba informou ainda que qualquer aparelho apreendido só é entregue ao possível dono quando ele comparece à delegacia. 

“Mensagens de texto com links de sites, como as que estão sendo divulgadas configuram, na verdade, mais uma tentativa dos criminosos em copiar dados das vítimas, orientando a população que procure a delegacia mais próxima para comunicar a ocorrência desta fraude, apresentando as informações necessárias à Polícia Civil, que poderá identificar os envolvidos, após a instauração de procedimento investigativo e autorização judicial”, orientou.

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